Pujante mediocridade
Uma noite quente
Não tão quanto é de práxis em dezembros carioca
Pensando a respeito do ócio
Vem à cabeça palavras
As ideias estão no início do século XX
Onde imagens do Rio, não se diferenciam às da Europa
Nesta época, na qual, parecia que a vida era muito mais fácil e bela
Enquanto o mundo fervilhava conflitos, conspirações, golpes e guerras
Neste contexto eminentes personalidades brasileiras se me apresentam
Como “Pont Max” de erudição e produção cultural
A estupidez parece companheira e solidamente presente
Como a mediocridade insiste apresentar sua pujança
Necessitando intensificar, ao menos, a imperiosa vontade em dissipar tamanha verdade
E como resolução de qualquer vício ou doença psicossomática passa inicialmente pela aceitação do estado doentio
O decrépito e oblíquo momento, a quem interessar, é a aceitação inicial deste autor
Donde se conclui:
Se não pode vencê-la, supere-a e mate-a de raiva...
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